Nunca namorar um cara quente

Meu primeiro amor - tarde molhada

2020.10.18 03:00 BlueLady_Sith Meu primeiro amor - tarde molhada

 Quando eu estava no ensino médio comecei a namorar um amigo da escola. Ele cursava o terceiro ano, era todo descolado, tocava em banda e jogava RPG. Combinava comigo. Eu tinha toda aquela banca de rockeira revolucionária, usava camisetão, era nerd e queria mudar o mundo. Depois de alguns meses juntos e dele tirar minha virgindade, estávamos naquela fase do relacionamento em que os casais pegam fogo. A gente só pensava em sexo, e ficava o tempo todo tentando arrumar local pra se pegar. Uma tarde eu o convidei pra vir à minha casa, estava um calor intenso e meus irmãos estavam na piscina. Vesti meu biquíni e o chamei pra nadar comigo. Ele aceitou, animado. Entramos na água, que como sempre estava um gelo! Passei minhas pernas ao redor do corpo dele e o abracei forte, tremendo de frio. Ele abraçou de volta, colando seu peito contra meus seios, apertando minha bunda na direção do seu quadril. Senti que seu pau crescendo, pressionado contra minha boceta. Ficamos brincando na água, interagindo com as pessoas ao mesmo tempo que ele sempre arrumava um jeito de me puxar e me apertar contra seu corpo. Eu já estava morrendo de tesão com aquele esfrega-esfrega. 
Meus irmãos saíram da piscina e foram comer bolo. Eu disse pra guardar pra mim que a gente já ia. Meu namorado me olhou com uma cara muito safada. Ele sabia o que eu queria. Fomos pra um canto da piscina onde se alguém observasse pela janela não conseguiria nos ver. Ele já chegou me prensando contra a borda, me beijando com uma força incontida enquanto com uma mão puxava meu biquíni e apertava meu seio com força, beliscando o mamilo, e com a outra mão apertava minha bunda, descendo os dedos até a entrada da boceta.
 Eu não estava raciocinando de tanto tesão, puxei a pica dele pra fora do short de banho e comecei a fazer movimentos de vai e vem levemente, pensando em como eu poderia chupa-la estando dentro da água. Ele olhou nos meus olhos e disse: “posso meter só um pouquinho?” – a gente não fazia sem camisinha, mas naquele momento eu me deixei levar. ”Pode”. Ele puxou meu biquíni e começou a pincelar a pica no meu clitóris, depois forçou a pica pra dentro da minha boceta. Debaixo da água não tem a mesma lubrificação, mas mesmo assim entrou tudo. O contraste da água gelada na minha pele com o pau quente pulsando dentro de mim era maravilhoso. Ele segurava meu quadril e ditava o ritmo, forte e vigoroso, enquanto me beijava e mordia o pescoço e cuidava a entrada da casa, e eu apertava sua bunda pra impulsionar seu quadril contra mim. Eu oscilava entre o tesão absoluto, a vontade de gemer e o medo de sermos pegos ali. Não aguentando mais de tesão, mas com medo dele gozar dentro de mim, tive uma ideia e chamei ele pra fora da piscina. Ele veio, confuso com minhas intenções. Saímos da piscina e parei ele num corredor lateral da casa, onde daria pra ver se alguém estivesse chegando. Comecei a beija-lo de novo, masturbando seu pau com vontade, fazendo movimentos com o quadril. Virei de costas, encostei o rosto na parede e empinei a bunda, e nessa posição ele retomou o vai e vém gostoso. Depois que a pica dele estava bem lubrificada eu tirei da boceta, e puxei até a entrada do cuzinho. Ele me olhou espantado. Nunca tínhamos feito aquilo. Eu dei uma risadinha meio envergonhada e safada e fiz que sim com a cabeça. “Devagar, tenho medo de me machucar.” E ele disse “relaxa amor, se não der tudo bem.” O fato dele falar isso me fez querer mais ainda. Ele então começou a pressionar o pau contra meu cu, empurrando devagar até entrar a cabecinha. Nesse momento eu vi estrelas. Doeu, me tensionei toda e segurei o braço dele com força, e fiz menção de empurrar seu quadril. Ele me segurou nessa posição e sussurrou no meu ouvido: "calma, vai passar. Eu vou esperar. Quietinha que já passa...". Eu confiava muito nele. Esperei. Depois de alguns segundos a dor foi diminuindo, eu fui relaxando o corpo. Ele percebeu e começou a tentar meter de novo, bem devagar. Dessa vez a dor foi leve, e o tesão foi sobressaindo e eu comecei a fazer movimentos lentos de encontro a ele. Era bom. Era tão safado, proibido e incrivelmente bom. Ele parou de se conter, me segurou pelos quadris e fodeu com vontade, e eu sentia as bolas dele batendo na minha vulva enquanto seu pau entrava fundo em mim. Comecei a me masturbar enquanto ele fodia minha bundinha pela primeira vez, escondidos ali no quintal no sábado ensolarado. 
De repente ele se inclinou sobre mim e sussurrou no meu ouvido: "eu vou gozar dentro do seu rabinho". Eu já estava com vontade de gozar, e aquilo foi a cereja do bolo pra mim. Senti os músculos retesarem e o orgasmo chegando, e olha, que sensação indescritível de prazer irradiando para o meu corpo todo. Era um orgasmo totalmente novo pra mim, me deixou mole, com a cabeça anuviada, como se eu estivesse bêbada.
Ele demorou alguns segundos, deixou escapar um gemido desesperado e gozou também. Senti os espasmos, apertei o pau dele dentro de mim e fiquei admirando aquela sensação totalmente nova, o calor da porra dentro da minha bundinha sensível pelo orgasmo. Virei pra me arrumar e admirar a cara de êxtase dele. Parecia que tinha corrido uma maratona. Ele me olhou e deu uma risada exausta. "O que foi isso, amor? Preciso de um cigarro."
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2020.01.09 18:40 2_latenow Aquelas de filme que ninguém acredita

E ai galera, tudo certo?
Tenho que começar falando que a história que vou contar parece impossível, inimaginável de acontecer na vida real e inacreditável também, então tire suas conclusões e acreditando ou não, essa é a minha verdade.
Quando minha avó tinha 13 anos, meu avô começou a "cortejá-la" e com 15 (ele com 19) começaram a namorar e dois anos depois casaram. Os dois se conheceram em uma rádio famosa da minha cidade na época deles e nessa mesma rádio trabalhava uma mulher que hoje é jornalista em uma rede de TV famosa (lembrem dela), uma coisa engraçada, ela deu em cima do meu avô quando namorava minha avó e foi perguntar pra ela o que ela queria com o João Carlos (nome artístico dele), alegando que o mesmo era seu namorado.
Meu avô era branco dos olhos azuis e minha avó era considerada negra pela família. Ele foi deserdado pela por se casar com minha avó e então sem ajuda de custo alguma (como muitos casais fazem), começou sua vida junto de minha amada veia, perguntou até se ela o aceitaria mesmo assim e pasmem, ela aceitou (minha avó nada interesseira). Antes minha ela não tivesse aceitado nada, pois mal ela sabia que a grande merda iria acontecer depois que ele morresse.
Anos se passaram ele teve o primeiro filho, (que talvez não seja filho de nenhum dos dois, seja adotado, mas isso é história pra outro desabafo) começou a ganhar dinheiro, construiu uma casa de madeira e tudo, depois de tempos tiveram mais dois filhos e uma vida bem estruturada, ele construiu uma casa de praia pra ela, comprou uma lanchonete no nome dela e da minha mãe, comprou uma empresa para os meus tios e tava tudo bem, todos trabalhando, todos tinham seus carros e todos ganhando seu dinheiro (minha família era o famoso meme "eu tenho pq mereci". Até que ele decidiu em um dia vender tudo de todos, o que mais afetou foi a lanchonete da minha vó, pois ela amava o que ela fazia e ele conseguiu vender sem permissão, como? Ele tinha a costa quente e conseguia fazer tudo o que queria, quando queria.
Eles tinham uma vida boa, nunca faltou comida, roupa, nada para ninguém. Nesse tempo eu nasci, nasci em berço de outro, como muitos diziam. Eu era extremamente mimada, ganhava de roupas a brinquedos quase toda a semana, até que ele faleceu. O cara morreu quando eu tinha 3 anos de idade, todo mundo ficou abalado e pensando que nada poderia ser pior que ele morrer, deixando 3 filhos dependentes dele, umas esposa mais dependete ainda e uma criança que não sabia nem cagar no pinico direito, até ai tudo bem.
No dia seguinte foram ver os preparativos para enterro, comprar lote em cemitério e etc, entretando o dinheiro do meu avô havia sumido completamente, todo o dinheiro, documentos, ações de banco, absolutamente tudo, mas minha avó tentou tranquilizar todo mundo, pois ela tinha uma poupança que nunca tinha mexido então o dinheiro daria pra sustentar tudo até geral conseguir um bom emprego (até então eles só trabalhavam pro meu avô). O que ela não sabia é que ele tinha pego esse dinheiro também, como? Ele conseguiu falsificar a assinatura dela e o banco não conferiu merda nenhuma.
Da noite para o dia nossa família ficou pobre, se ter dinheiro pra comprar comida, uma noite eu levantei com fome e comi arroz puro pq era o que tinha. Geral lá de casa deixava de comer pra me dar, eles fizeram conta em frutaria, a gente sobrivevia de sexta básica e assim conseguimos nos levantar. Galera conseguiu trampo, voltamos a ficar bem de novo, não como antes, mas melhor do que passar fome e assim foi indo até que eles decidiram vender a casa, burrice pq a gente não pagaria aluguel e passaria a pagar. Era uma casa de 24 peças onde eu nao precisava sair para brincar ou fazer qualquer coisa do tipo e hoje moramos em uma casa de 2 quartos, um médio outros pequeno, sala, cozinha, banheiro e garagem onde meu tio dorme, sim meu tio dorme na garagem.
Um tempo atrás, alguns conhecidos antigos nos encontraram na rua e falaram a seguinte frase "nossa, vocês devem estar bem de vida com o hotel que o fulano deixou pra vocês", partir dai minha avó decidiu ver onde estava tudo, "contratou" advogado para achar tudo. Ah, acho que não contei que quando minha avó foi ver bagulho de penção, ela não conseguiu, pois o nome do meu avô não constava como casado com ela. Voltando, ela fez de tudo pra achar e semana passada tivemos uma resposta: ta com a mulher da rádio que eu disse pra lembrar... uma parte só, a outra pelo jeito ta em uma cidade aqui perto com uma mulher que alega ser filha dele.
Ou seja, meu avô era um grande babaca, que traiu minha avó com a mulher da rádio e com mais alguma pra ter uma suposta filha, deixou todo o dinheiro dele pra elas, sem pensar que a gente poderia precisar e ferrou com todo mundo, menos comigo pq sou nova e consigo me carregar com minhas pernas.
Hoje meu tio (o que dorme fora de casa, na garagem) precisa de duas cirurgias e está esperando pelo SUS, talvez daqui um ano saia e minha avó tem cancer com metastase pro rim. Então é isso ai galera, eu to muito puta da vida, de mãos atadas vendo minha família sofrer. Hoje mesmo a mulher tava na televisão e minha avó veio chorar comigo, pq não aguenta ver a cara dela.
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